quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
















YES, WE CAN!!!!

Na minha casa todo mundo samba, todo mundo bebe, todo mundo é Obrahma!!

Não me admiro os americanos escolherem Obama como presidente. Os americanos não queriam um negro como líder. Queriam um líder que os tornassem o que eles realmente foram no século XX. O centro do mundo.
Coube a Obama a tarefa de se mostrar não diferente, mas sim igual a todos os outros presidentes americanos, exceto a Bush, a colaboração da América para o mundo nas áreas de ciência, meio-ambiente e desenvolvimento auto-sustentável, respeito a religião e principalmente sobre as etnias menores que sobrevivem numa sociedade cada vez mais homogénea. E isso é fundamental a eles, sendo o país onde se concentra a maior diversidade étnica em sua população.
Aos americanos, foram grandes o suficiente para observar este cidadão a coragem e preparo diante os obstáculos a serem vencidos, porém estes mesmos obstáculos que irão fazer dele uma página nos livros da sociedade contemporânea, sendo o homem que terminou de afundar o barco, ou aquele que conduziu as velas a mares mais calmos.
Admiro-me uma sociedade como a brasileira, se dizer um país de todos, não dá aos negros a mesma chance que os americanos deram para provar que são iguais.
Olhem só nossos presidenciáveis: Serra, Alckmin, Aécio Neves, Dilma. Qual desses representa o povo? Qual desses se compara a Obama? E a pergunta é uma só. Demos condições educacionais para que um negro chegasse lá, acreditamos em algum deles? Não estou dizendo que é para criarmos um, passando por todas as esferas políticas até chegar a Presidência da República e sim termos uma base política homogénea, com brancos, negros, pardos e a inclusão de mais mulheres.
Assim daremos a chance de observarmos um possível Obama brasileiro.
O único negro que conheço ao qual chegou mais perto do planalto, é o ministro Joaquim Barbosa. Gilberto Gil já se declarou que o negócio dele é tocar berimbau, e Celso Pitta, este não vale à pena comentar.
E vocês, conhecem algum negro a altura de nos representarmos? Quem? Por isso digo: temos que lutar por uma educação igual a todos, para que as vagas no mercado tenha uma melhor distribuição e darmos a chance de qualquer um preparado ser Presidente da República Federativa do Brasil.

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